Ana's profileAna, eu, e eu mesmaPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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1/30/2008 Carta ao amorAinda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
1Co 1-13
1/25/2008 Quando vou te encontrar?Eu quero te roubar pra mim Eu que não sei pedir nada Meu caminho é meio perdido Mas que perder seja o melhor destino Agora não vou mais mudar Minha procura por si só Já era o que eu queria achar Quando você chamar meu nome Eu que também não sei aonde estou Pra mim que tudo era saudade Agora seja lá o que for Eu só quero saber Em qual rua minha vida vai Encostar na tua Eu só quero saber Em qual rua minha vida vai Encostar na tua
1/9/2008 PresençaÉ preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,teu perfil exato e que, apenas levemente, o vento das horas ponha um frêmito em teus cabelos...É preciso que a tua ausência trescale sutilmente,no ar,a trevo machucado, a folhas de alecrim há muito guardadas não se sabe porquê nalgum móvel antigo...Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela e respirar-te,azul e luminosa, no ar.É preciso a saudade para eu te sentir como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida...Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista que nunca te pareces com o teu retrato...E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te!!
Poema de Mário Quintana |
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